sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
"LUIZ GONZAGA"
Luís ‘Lua’ Gonzaga ‘Gonzagão’ do Nascimento
(Exu, 13 de dezembro de 1912 – Recife, 2 de agosto de 1989)
foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o Rei do baião.
Foi uma das mais completas, importantes e inventivas figuras da música popular brasileira.
Cantando acompanhado de sua sanfona, zabumba e triângulo, levou a alegria das festas juninas e dos forrós pé-de-serra, bem como a pobreza, as tristezas e as injustiças de sua árida terra, o sertão nordestino, ao resto do país, numa época em que a maioria desconhecia o baião, o xote e o xaxado.
Admirado por grandes músicos, como Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Raul Seixas, Caetano Veloso,
entre outros, o genial instrumentista e sofisticado inventor de melodia e harmonias,
ganhou notoriedade com as antológicas canções "Baião" (1946), "Asa Branca" (1947), "Siridó" (1948), "Juazeiro" (1948), "Qui Nem Jiló" (1949) e "Baião de Dois" (1950).
Luís Gonzaga do Nascimento nasceu numa sexta-feira no dia 13 de dezembro de 1912,
numa casa de barro batido na Fazenda Caiçara, povoado do Araripe, a 12 km de Exu
(extremo oeste do estado de Pernambuco, a 610 km do Recife e a 80 km de Juazeiro do Norte, Ceará), segundo filho de Ana Batista de Jesus (‘Mãe Santana’) e oitavo de Januário José dos Santos.
O padre José Fernandes de Medeiros o batizou na matriz de Exu em 5 de janeiro de 1913.
Deveria ter o mesmo nome do pai, mas na madrugada em que nasceu, seu pai foi para o terreiro da casa, viu uma estrela cadente e mudou de ideia. Era o dia de São Luís Gonzaga no mês do Natal,
o que explica a adoção do sobrenome "Nascimento".
O lugar natal é no sopé da Serra do Araripe, e inspiraria uma de suas primeiras composições,
"Pé de Serra". Seu pai trabalhava na roça, num latifúndio, e nas horas vagas tocava acordeão;
também consertava o instrumento. Foi com ele que Luís aprendeu a tocá-lo.
Não era adolescente ainda quando passou a se apresentar em bailes, forrós e feiras, de início acompanhando seu pai. Autêntico representante da cultura nordestina, manteve-se fiel às suas origens mesmo seguindo carreira musical no sudeste do Brasil.
O gênero musical que o consagrou foi o baião.A canção emblemática de sua carreira foi Asa Branca, composta em 1947 em parceria com o advogado cearense Humberto Teixeira.
Antes dos dezoito anos Luís teve sua primeira paixão: Nazarena, (Nazinha) uma moça da região.
Foi rejeitado pelo pai dela, o coronel Raimundo Deolindo, que não o queria para genro e ameaçou-o de morte. Mesmo assim Luís e Nazarena namoraram algum tempo escondidos e planejavam o futuro.
Januário e Santana lhe deram uma surra ao descobrirem que ele se envolveu com a moça.
Revoltado por não poder casar-se com a moça, e por não querer morrer nas mãos do pai dela, Luís Gonzaga fugiu de casa e ingressou no exército no Crato (Ceará).
Durante nove anos viajou por vários estados brasileiros, como soldado, sem dar notícias à família.
Não teve mais nenhuma namorada, passando a ter amantes, até se casar.
Carreira
Em Juiz de Fora, Minas Gerais, conheceu Domingos Ambrósio, também soldado e conhecido na região pela sua habilidade como acordeonista. A partir daí começou a se interessar pela área musical.
Em 1939, deu baixa do exército na cidade do Rio de Janeiro: Estava decidido a se dedicar à música.
Na então capital do Brasil, começou por tocar nas áreas de prostituição da cidade.
No início da carreira, apenas solava acordeão em choros, sambas, foxtrotes e outros gêneros da época.
Seu repertório era composto basicamente de músicas estrangeiras que apresentava, sem sucesso, em programas de calouros. Apresentava-se com o típico figurino do músico profissional: paletó e gravata.
Até que, em 1941, no programa de Ary Barroso, foi aplaudido executando Vira e Mexe, com sabor regional, de sua autoria.O sucesso lhe valeu um contrato com a gravadora Victor, pela qual lançou mais de 50 músicas instrumentais. Vira e mexe foi a primeira música que gravou em disco.
Veio depois sua primeira contratação, pela Rádio Nacional. Lá conheceu o acordeonista gaúcho Pedro Raimundo, que usava os trajes típicos da sua região. Daí surgiu a ideia de apresentar-se vestido de vaqueiro, figurino que o consagrou como artista.
Em 11 de abril de 1945, gravou sua primeira música como cantor, no estúdio da RCA Victor: a mazurca Dança Mariquinha em parceria com Saulo Augusto Silveira Oliveira. Também em 1945, uma cantora de coro chamada Odaléia ‘Léia’ Guedes dos Santos deu à luz um menino, no Rio.
Luís Gonzaga mantinha um caso havia meses com a moça, iniciado quando já estava grávida.
Sabendo que sua amante seria mãe solteira, assumiu a paternidade da criança, adotando-o e dando-lhe seu nome: Luís Gonzaga do Nascimento Júnior.
Odaléia, que além de cantora de coro era sambista, foi expulsa de casa por ter engravidado do namorado, que não assumiu a criança. Foi parar nas ruas, até ser ajudada, descobrindo-se seu talento para cantar e dançar, passando a se apresentar em casas de samba no Rio, quando conheceu Luís.
A relação com Luís era conflituosa e, após o nascimento do menino, piorou, com muitos ciúmes. Separaram‐se com menos de 2 anos de convivência. Léia criou o filho, e Luís os visitava.
Em 1946 voltou pela primeira vez a Exu (Pernambuco), e reencontroou seus pais, Januário e Santana, que havia anos não sabiam nada sobre o filho e sofreram muito esse tempo todo.
O reencontro com seu pai é narrado em sua composição Respeita Januário, em parceria com Humberto Teixeira. Em 1948, casou-se com a pernambucana Helena Cavalcanti, professora que se tornara sua secretária particular, e por quem se apaixonou. O casal permaneceu até o fim da vida de Luís.
Não tiveram filhos biológicos, por Helena não poder engravidar, mas adotaram uma menina, a quem batizaram de Rosa.Nesse mesmo ano Léia morreu de tuberculose, para desespero de Luís.
O filho deles, apelidado de Gonzaguinha, ficou órfão com 2 anos e meio.
Luís queria levar o menino para morar com ele e Helena, e pediu para a mulher criá-lo como se fosse dela, mas Helena não aceitou, juntamente com sua mãe, Marieta, que achava aquilo um absurdo, já que nem filho verdadeiro de Luís era. Luís não viu saída: entregou o filho para os padrinhos da criança,
Leopoldina e Henrique Xavier Pinheiro, criarem-no no Morro do São Carlos.
Luís sempre visitava a criança e a sustentava financeiramente.
Xavier o considerava filho de verdade e lhe ensinava viola, e o menino teve em Dina uma mãe.
Vida pessoal e família
Luís não se dava bem com o filho, apelidado de Gonzaguinha.
Passou a não ver mais o filho em sua infância, e sempre que o via brigavam.
Achava que ele não teria um bom futuro, imaginando que se tornaria um malandro ao crescer, já que o menino tinha amizades ruins no morro, vivendo com malandros tocando viola pelos becos da favela.
Dina tentava unir pai e filho, mas Helena não gostava da proximidade deles,
e passou a espalhar para todos que Luís era estéril e não era o pai de Luisinho.
Luís sempre desmentia, já que não queria que ninguém soubesse que o menino era seu filho somente no registro civil. Amava o menino de fato, independente de não ser seu filho de sangue.
Na adolescência, o jovem se tornou rebelde: não aceitava ir morar com o pai, já que amava os padrinhos e odiava ser órfão de mãe, e dizia sempre que Luís não era seu pai biológico, o que o entristecia.
Helena detestava o menino e vivia implicando com ele, humilhando-o, e por isso Gonzaguinha também não gostava da madastra, o que os afastou e causou mais brigas entre pai e filho, já que Luís dava razão à esposa. Não vendo medidas, internou o jovem em um colégio interno, para desespero de Dina e Xavier. Gonzaguinha contraiu tuberculose aos 14 anos e quase morreu.
Aos 16, Luís pegou-o para criar e o levou a força para a Ilha do Governador, onde morava, mas por ser muito autoritário e a esposa destratar o garoto, o que gerava brigas entre Luís e Helena, Gonzaga mandou o filho de volta ao internato. Ao crescer, a relação ficou mais tumultuada, pois o filho se tornou um malandro, viciado em bebidas alcoólicas. Gonzaguinha resolveu se tratar e concluiu a universidade, tornando‐se músico como o pai. Pai e filho ficaram mais unidos quando, em 1979, viajaram o Brasil juntos, compondo juntos. Tornaram‐se, enfim, amigos. Era maçom e compôs "Acácia Amarela" com Orlando Silveira.
Foi iniciado na Loja Paranapuan, Ilha do Governador, em 3 de abril de 1971.
Últimos anos, morte e legado Estátua de bronze que, com a de Jackson do Pandeiro, fica de frente ao Açude Velho, Campina Grande, PB, Brasil). Luís Gonzaga sofreu de osteoporose por anos.
Morreu vítima de parada cardiorrespiratória no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana.
Foi velado em Juazeiro do Norte (a contragosto de Gonzaguinha, que pediu que o corpo fosse levado o mais rápido possível para Exu, irritando várias pessoas que iriam ao velório e tornando Gonzaguinha persona non grata em Juazeiro do Norte) e posteriormente sepultado em seu município natal.
Usina Hidrelétrica Luiz Gonzaga é uma homenagem ao cantor.
Em 2012, foi tema do carnaval da GRES Unidos da Tijuca, com o enredo
"O Dia em Que Toda a Realeza Desembarcou na Avenida para Coroar o Rei Luiz do Sertão",
fazendo com que a escola ganhasse o carnaval carioca deste respectivo ano.
Ana Krepp da Revista da Cultura escreveu: "O rei do baião pode ser também considerado o primeiro rei do pop no Brasil. Pop, aqui, empregado em seu sentido original: o de popular.
De 1946 a 1955, foi o artista que mais vendeu discos no Brasil, somando quase 200 gravados.
'Comparo Gonzagão a Michael Jackson. Ele desenhava as próprias roupas e inventava os passos que fazia no palco com os músicos', ilustra [o cineasta] Breno [Silveira, diretor de Gonzaga — De pai para filho].
Foi o cantor e músico também o primeiro a fazer uma turnê pelo Brasil. Antes dele, os artistas não saíam do eixo Rio-SP. Gonzagão gostava mesmo era do showbizz: viajar, fazer shows e tocar para plateias do interior."Em 2012, o filme de Breno Silveira Gonzaga, De Pai Pra Filho, narrando a relação conturbada de Luís com o filho Gonzaguinha, em três semanas de exibição já alcançara a marca de 1 milhão de espectadores.
Sucessos do Nascimento, Luís Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’
(1950), A dança da moda Almeida, Onildo
(1957), A feira de Caruaru do Nascimento, Luís Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’
(1953), A letra I; Barbalho, Nelson
(1963), A morte do vaqueiro do Assaré, Patativa
(1964), A triste partida Cordovil, Hervé; do Nascimento, Luís Gonzaga
(1953), A vida do viajante Dantas, José ‘Zé’ (1952), Acauã
(1962), Adeus, Iracema do Nascimento, Luís Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’
(1953), Á-bê-cê do sertão. Cordovil, Hervé; Araújo, Manuel ‘Manezinho’
(1952), Adeus, Pernambuco do Nascimento, Luís Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’
(1953), Algodão Beduíno; do Nascimento, Luís Gonzaga
(1951), Amanhã eu vou Amor da minha vida, 1960 Teixeira, Humberto; Gonzaga, Luís
(1947), Asa Branca ; Gonzaga, Luís
(1950), Assum-preto Ricardo, Júlio; de Oliveira
(1964), Ave-maria sertaneja Teixeira, Humberto; Gonzaga, Luís
(1946), Baião Nasser, Davi; de Morais, Guio
(1951), Baião da Penha Araújo, Manuel ‘Manezinho’; Renato, José ‘Zé’
(1952), Beata Mocinha Gonzaga júnior, Luís ‘Gonzaguinha’; Gonzaga, Luís
(1965), Boi bumbá Cavalcanti, Armando; Caldas, Clécius
(1950), Boiadeiro Cacimba Nova, 1964 Portela, Jeová; Gonzaga, Luís
(1946), Calango da lacraia Roxo, Amorim; Gonzaga, José ‘Zé’
(1998), "O Cheiro de Carolina", Sua Sanfona e Sua Simpatia Chofer de praça, 1950 Cavalcanti, Armando; Caldas, Clécius
(1951), Cigarro de paia do Nascimento, Luís Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’
(1950), Cintura fina Portela, Jeová; do Nascimento, Luís Gonzaga; Lima, Miguel
(1945), Cortando pano Silva, João; Oseinha
(1987), De Fiá Pavi Barroso, Carlos; Teixeira, Humberto
(1950), Dezessete légua e meia do Nascimento, Luís Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’
(1954), Feira de gado do Nascimento, Alcebíades
(1948), Firim, firim, firim Marcolino, José; do Nascimento, Luís ‘Lua’ Gonzaga
(1965), Fogo sem fuzil do Nascimento, Luís Gonzaga
(1964), Fole gemedor; Dantas, José ‘Zé’
(1950), Forró de Mané Vito Dantas, José ‘Zé’
(1962), Forró de Zé Antão Ramos, Severino, Forró de Zé do Baile de Castro, Jorge; Ramos, José ‘Zé’ (1955), Forró de Zé Tatu do Nascimento, Luís Gonzaga
(1957), Forró no escuro
(1944), Fuga da África Queiroga, Luís; Almeida, Onildo
(1967), Hora do adeus do Nascimento, Luís Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’
(1952), Imbalança Gonçalves, Alcides; Rodrigues, Lupicínio
(1952), Jardim da saudade Rodrigues, Lupicínio (1952), Juca do Nascimento, Luís Gonzaga; Dantas, José
(1954), Lascando o cano Teixeira, Humberto; do Nascimento, Luís Gonzaga
(1949), Légua tirana do Nascimento, Luís Gonzaga ‘Gonzaguinha’ júnior
(1964), Lembrança de primavera Granjeiro, Raimundo
(1963), Liforme instravagante Teixeira, Humberto; do Nascimento, Luís Gonzaga
(1949), Lorota boa Torres, Raul
(1948), Moda da mula preta de Araújo, Sílvio Moacir; do Nascimento, Luís Gonzaga
(1953), Moreninha tentação de Morais, Guio
(1950), No Ceará não tem disso, não Teixeira, Humberto; do Nascimento, Luís Gonzaga
(1947), No meu pé de serra do Nascimento, Luís Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’
(1954), Noites brasileiras Marcolino, José; do Nascimento, Luís Gonzaga
(1964), Numa sala de reboco Guimarães, Luís
(1965), O maior tocador do Nascimento, Luís Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’
(1953), O xote das meninas Cavalcante, Rosil
(1962), Ô véio macho do Nascimento, Luís Gonzaga; padre Gothardo
(1981), Obrigado, João Paulo do Nascimento, Luís Gonzaga; Valença, Nelson
(1973), O fole roncou Barros, Antônio
(1967), Óia eu aqui de novo do Nascimento, Luís Gonzaga; Peter Pan
(1951), Olha pro céu Soares, Elias
(1967), Ou casa, ou morre Lima, Miguel; Paraguaçu
(1946), Ovo azul do Nascimento, Luís Gonzaga; Granjeiro, Raimundo
(1955), Padroeira do Brasil Valente, Assis; do Nascimento, Luís Gonzaga
(1946), Pão-duro Marcolino, José; do BNascimento, Luís Gonzaga
(1962), Pássaro carão de Morais, Guio; do Nascimento, Luís Gonzaga
(1952), Pau-de-arara do Nascimento, Luís Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’
(1955), Paulo Afonso
(1942), Pé de serra; Lima, Miguel
(1945), Penerô xerém ; Lima, Miguel
(1946), Perpétua de Araújo, Sílvio Moacir
(1952), Piauí Albuquerque; Silva, João
(1965), Piriri do Nascimento, Luís Gonzaga; Simon, Vítor
(1950), Quase maluco; Lima, Miguel
(1947), Quer ir mais eu? Quero chá, 1965 Padre sertanejo,
1964 Teixeira, Humberto; do Nascimento, Luís Gonzaga
(1950), Respeita Januário Ramalho, Luís; do Nascimento, Luís Gonzaga
(1974), Retrato de Um Forró do Nascimento, Luís Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’
1955), Riacho do Navio. ; Dantas, José ‘Zé’
(1951), Sabiá ; Guimarães, Luís
(1964), Sanfona do povo Almeida, Onildo
(1962), Sanfoneiro Zé Tatu do Nascimento, Luís Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’
(1952), São-joão na roça ; Dantas, José ‘Zé’ (1956), Siri jogando bola Asfora, Raimundo; Cavalcante, Rosil, Tropeiros da Borborema do Nascimento, Luís Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’
(1950), Vem, morena
(1941), Vira-e-mexe Teixeira, Humberto; do Nascimento, Luís Gonzaga
(1950), Xanduzinha Clementino, José
(1967), Xote dos cabeludos
Discografia
1956 Aboios Vaquejadas
1957 — O Reino do Baião
1958 — Xamego
1961 — Luiz "LUA" Gonzaga
1962 — Ô Véio Macho 1962 — São João na Roça
1963 — Pisa no Pilão (Festa do Milho)
1964 — A Triste Partida
1964 — Sanfona do Povo
1965 — Quadrilhas e Marchinhas Juninas
1967 — O Sanfoneiro do Povo de Deus
1967 — Óia Eu Aqui de Novo
1968 — Canaã
1968 — São João do Araripe
1970 — Sertão 70
1971 — O Canto Jovem de Luiz Gonzaga
1971 — São João Quente
1972 — Aquilo Bom!
1972 — Volta pra Curtir (Ao Vivo)
1973 — A Nova Jerusalém
1973 — Sangue de Nordestino
1973 — Luiz Gonzaga
1974 — Daquele Jeito...
1974 — O Fole Roncou
1976 — Capim Novo
1977 — Chá Cutuba
1978 — Dengo Maior
1979 — Eu e Meu Pai
1979 — Quadrilhas e Marchinhas Juninas, vol. 2 — Vire Que Tem Forró
1980 — O Homem da Terra
1981 — A Festa
1981 — A Vida do Viajante — Gonzagão e Gonzaguinha
1982 — Eterno Cantador
1983 — 70 Anos de Sanfona e Simpatia
1984 — Danado de Bom
1984 — Luiz Gonzaga & Fagner
1985 — Sanfoneiro Macho
1986 — Forró de Cabo a Rabo
1987 — De Fiá Pavi
1988 — Aí Tem
1988 — Gonzagão & Fagner 2 — ABC do Sertão
1989 — Vou Te Matar de Cheiro
1989 — Aquarela Nordestina
1989 — Forrobodó Cigano
1989 — Luiz Gonzaga e sua Sanfona, vol.2
domingo, 14 de outubro de 2012
"DOMINGUINHOS"
José Domingos de Morais (Garanhuns, 12 de fevereiro de 1941), conhecido como Dominguinhos, é um instrumentista, cantor e compositor brasileiro. Exímio sanfoneiro, teve como mestres nomes como Luiz Gonzaga e Orlando Silveira. Tem em sua formação musical influências de baião, bossa nova, choro, forró, xote, jazz etc. Luiz Gonzaga deu o tom e Dominguinhos seguiu a melodia na sanfona. Mais do que aprender, o discípulo inovou a arte do mestre. Dominguinhos emprestou a sanfona sotaques novos e diferentes. Não abandonou o baião de seu padrinho, mas também não deixou de brincar em outras praias da música brasileira. O trabalho de Dominguinhos é mais uma prova de que pouco importa os sotaques ou origens quando trata de fazer música. No universo dos sons e dos ritmos o que conta mesmo é a sensibilidade, responsável pela emoção e o talento, capazes de transformar ideias e conceitos em obras de arte. Esses são os ingredientes mais constantes na trajetória do pernambucano de Garanhuns José Domingos de Morais, o Dominguinhos, tendo como pano de fundo um grande talento, eles compõem o quadro da vida de um dos importantes artistas brasileiros da atualidade.
Os vários idiomas do acordeom
Um músico é a síntese de diferentes elementos, como talento, inspiração, força de vontade, perseverança e oportunidade. Uma mistura que resulta em arranjos e harmonias. No caso de Dominguinhos, essa composição surgiu a partir da origem nordestina, da luta por uma vida digna, do temperamento calmo e da disposição em assimilar novas informações. A isso se juntaram os temperos brasileiros tradicionais, as pitadas de sonhos modestos que habitam o mundo do povo. Dominguinhos em geral parte da música para depois chegar à letra. Muitas vezes, são os parceiros que se encarregam dos versos. O sanfoneiro percorre os temas, de modo instintivo, achando saídas e descobrindo caminhos. Ele nunca estudou música formalmente, mas desenvolveu habilidade singular no manejo do acordeom. Quando as músicas ficam prontas, são, sem dúvida, o resultado audível do artista que é Dominguinhos, mesclado a informações recolhidas nos caminhos percorridos. Ao lado da identificação com as imagens, Dominguinhos exerce seu ofício tocando também outros ritmos. O talento e a habilidade lhe garantiram autonomia para trilhar diversas veredas musicais, sem que, no entanto, isso tenha significado, em momento algum, abandono de suas raízes essencialmente nordestinas. “Tocar, eu toco de tudo mesmo. Depois que você tem experiência, não é difícil tocar com o Gil, com Gal, com quem quer que seja, porque eles começam uma música e você já sabe pra onde vai, já sabe tudo. Agora, é só quando eu toco toada, baião e forró é que eu sinto aquela coisa flamejante aqui no peito.” Dominguinhos teve os primeiros anos embalados pelos sons tirados da sanfona de seu pai. Nos anos seguintes, a música acabou determinando os rumos de sua vida e construindo as imagens de toda a família. Dominguinhos conseguiu uma façanha: criou uma obra que é, ao mesmo tempo regional e universal. Ao absorver a qualidade de sua sanfona, a MPB ficou mais rica e criativa.
Prêmios
Em 2002, Dominguinhos foi vencedor do Grammy Latino com o CD Chegando de Mansinho. Após cinco anos sem lançar um trabalho solo, Dominguinhos voltou em 2006 a gravar pela Eldorado na qual Conterrâneos 2006, agraciado no Prêmio TIM (2007) na categoria Melhor Cantor Regional. Em 2007, Dominguinhos, concorreu ao 8º Grammy Latino com mesmo álbum na categoria melhor disco regional. Em 2008, Dominguinhos foi o grande homenageado do Prêmio Tim de Música Brasileira.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
"DORI CAYMMI"

Dorival Tostes Caymmi, mais conhecido como Dori Caymmi,
(Rio de Janeiro, 26 de agosto de 1943) é um músico brasileiro, filho dos também músicos Dorival Caymmi e Stella Maris. Irmão da cantora Nana Caymmi e do flautista, cantor e compositor Danilo Caymmi. O músico reside em Los Angeles,
nos EUA, desde o final dos anos 1980.
Dori Caymmi é cantor, compositor e arranjador. Além do pai, sua principal influência é o movimento da bossa nova, tendo iniciado sua carreira nos anos 1960.
Tem Paulo César Pinheiro como uma de seus principais parceiros.
A empresa de Quincy Jones, a Quest Records, produziu alguns dos CDs do artista.
Dori Caymmi teve dois de seus CDs nomeados para o Grammy, Influências e Contemporâneos além de ter conquistado dois Grammy Latino, de melhor CD de samba Para Caymmi 90 Anos e de melhor canção brasileira "Saudade de Amar",
em parceria com Paulo César Pinheiro.
Dori Caymmi é torcedor do Fluminense Football Club.
Discografia
1972 Dory Caymmi - Odeon
1980 Dori Caymmi - EMI/Odeon
1982 Dori Caymmi - EMI/Odeon
1988 Dory Caymmi - Elektra
1990 Brazilian Serenata - WEA
1992 Kicking Cans - Quest Records/Warner Music
1994 If Ever - Warner Music
1996 Tome conta de meu filho, que eu também já fui do mar... - EMI Music
1998 Cinema:A Romantic Vision - Atração Fonográfica
2001 Influências - nomeação ao Grammy - Universal Music
2002 Contemporâneos - nomeação ao Grammy - Horipro Inc./Universal Music
2010 Mundo de Dentro - Horipro Inc./Universal Music
Discografia complementar
1964 Caymmi Visita Tom - Elenco
1977 Sitío do Picapau Amarelo - Som Livre
2004 Para Caymmi 90 Anos - vencedor de melhor álbum de samba do Grammy Latino - Warner Music
2005 Falando de Amor - Sony Music
2006 Rio-Bahia - com a cantora Joyce - Biscoito Fino
sábado, 7 de julho de 2012
"IVO PESSOA"

Ivo Marcelo Menezes Pessoa (Londrina, 16 de janeiro de 1969) é um cantor brasileiro. Ex participante do programa Fama (Rede Globo). Não venceu o programa, mas ficou famoso porque a música Uma vez mais foi trilha da novela Alma Gêmea,
de Walcyr Carrasco e tocou em várias rádios.
A música Além do olhar foi tema de abertura do remake de O Profeta.
Outras novelas também tiveram em sua trilha músicas interpretadas por Ivo Pessoa, como "Outra Vez" na trilha de Cobras & Lagartos, "Teletema" na trilha de
Sete Pecados, e "Deusa da Minha Rua" na novela Desejo Proibido.
Discografia
Ivo Pessoa (2005)
1. Uma Vez Mais
2. Só Você
3. Destinos
4. Quando o Amor É Luz
5. Sem Cor
6. Sangrando
7. Armagedon
8. O Amor Tá Procurando
9. Amor, Meu Grande Amor
10. O Frio e o Cobertor
11. Casa do Campo
12. Castelo
História das Novelas (2007)
1. Teletema - Novela: Véu de Noiva
2. Irmãos Coragem - Novela: Irmãos Coragem
3. Rock And Roll Lullaby - Novela: Selva de Pedra
4. O Bem Amado - Novela: O Bem Amado
5. Carinhoso - Novela: Carinhoso
6. Pai - Novela: Pai Herói
7. Noturno - Novela: Coração Alado
8. Roque Santeiro - Novela: Roque Santeiro
9. Oceano Part. Esp.: Cídia e Dan - Novela: Top Model
10. Agüenta, Coração - Novela: Barriga de Aluguel
12. Não Dá Mais Pra Segurar ( Explode Coração) - Novela: Explode
Coração - Part. Esp.: Shirle de Moraes
13. Uma Vez Mais - Novela: Alma Gêmea
14. Além do Olhar - Novela: O Profeta
Trilhas Sonoras
2005 "Uma Vez Mais" Alma Gêmea Nacional
2006 "Misty" Alma Gêmea Internacional
2006 "Outra Vez" Cobras & Lagartos Nacional
2006 "Além do Olhar" O Profeta Trilha Sonora
2007 "Teletema"1 Sete Pecados Nacional
2007 "Deusa da Minha Rua" Desejo Proibido Nacional
2008 "You Are So Beautiful" Duas Caras Internacional
sábado, 23 de junho de 2012
"TAVITO"

Tavito, nome artístico de Luís Otávio de Melo Carvalho
(Belo Horizonte, 26 de janeiro de 1948) é um músico e compositor brasileiro.
Algumas canções compostas por Tavito tornaram-se grandes sucessos:
"Rua Ramalhete" e "Casa no Campo" (com Zé Rodrix).
Tavito ganhou seu primeiro violão aos 13 anos.
Autodidata, começou a participar de serenatas e festas.
Foi companheiro de geração de Milton Nascimento e de outros músicos mineiros,
tais como Toninho Horta, Tavinho Moura e Nelson Angelo.
Em 1965 conheceu Vinícius de Morais, que apreciou o estilo de Tavito
e o convidou a participar de suas apresentações na capital mineira.
Mais tarde, participou do conjunto Som Imaginário e no final da década de 1970
seguiu carreira solo. Produziu discos de alguns artistas (Marcos Valle, Renato Teixeira, Selma Reis e Sá & Guarabyra). Ficou sem realizar espetáculos entre 1992 e 2004, época em que se dedicou às composições, aos arranjos e à publicidade. Atualmente, Tavito está na ativa nas duas áreas.
Discografia
Som Imaginário
Som Imaginário - 1970 EMI LP
Som Imaginário. - 1971 EMI LP
Matança do porco - 1973 EMI LP
Solo
Tavito - 1980 - CBS LP
Tavito 2 - 1982 - CBS LP
Número 3 - 1983 - CBS LP
Simpatia/Água e luz - 1984 - CBS (Compacto simples)
Tudo - 2009 - Tratore CD E LP PROMOCIONAL
terça-feira, 19 de junho de 2012
"MARCOS SABINO"
Marcos Sabino (Niterói, 1959) é um cantor brasileiro.
Ficou reconhecido nacionalmente com o sucesso Reluz, gravado em 1982,
onde lhe rendeu mais de 500.000 cópias do álbum de mesmo nome.
Ao longo de sua carreira, gravou dez discos, que venderam mais
de um milhão e meio de cópias. Ganhou três discos de ouro e um de platina,
além de troféus recebidos pelas suas composições e interpretações.
Toca e compõe desde criança, e chegou até mesmo a estrelar um comercial de um conhecido biscoito, mas é na música que ele recebeu e continua recebendo destaque. Ainda adolescente, integrou a banda de rock Os Inocentes.
Em 1975, fez parte do grupo Antares, juntamente com Gote e Zé Henrique.
Em 1978, integrou o grupo O Circo, ao lado de Fernando Bittencourt, Marcio Bahia, Humberto Resende, Simiana e Marise de Resende. Nesse mesmo ano, venceu o Festival de Miracema, interpretando a canção “Esperança” (Salu).
Atualmente continua residindo em sua cidade natal, onde, em casa, possui um estúdio de gravação. Nesse lugar, grava seus próprios discos e faz trabalhos para outros cantores. Um de seus maiores sucessos é Uma História de amor,
tema da novela de 1995, gravada por Fanzine.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
"MARCELO JENECI"

Marcelo Jeneci (São Paulo, abril de 1982) é um cantor e compositor brasileiro. Nascido em abril de 1982, na Cohab Juscelino, em Guaianases, Zona Leste de São Paulo, Jeneci foi criado pela mãe paulista e pelo pai pernambucano, apaixonado por, Roberto Carlos e instrumentos musicais. Cresceu embalado pelas estações de rádio populares e trilhas sonoras de novelas. Aprendeu música por meio de seu pai, que trabalhava consertando equipamentos eletrônicos e instrumentos musicais. Começou tocando sanfona na banda de Chico César. Como compositor, fez músicas com Vanessa da Mata ("Amado"), Zé Miguel Wisnik e Paulo Neves ("Tempestade Emocional"), Luiz Tatit ("Por Que Nós?") e Arnaldo Antunes ("Quarto de Dormir"). Teve sua música "Longe" gravada por Leonardo, e Zélia Duncan também contou com suas músicas em seu último disco, em que Jeneci participou tocando piano, acordeon e guitarra. Pela Som Livre lançou seu primeiro disco no final de 2010, Feito para Acabar, um dos melhores discos de 2010, segundo veículos como a revista Rolling Stone. Neste disco, se destacam "Felicidade" (parceria com Chico César), "Feito para acabar", entre outras. A voz feminina que pontua todo disco de Marcelo Jeneci é da cantora paulistana Laura Lavieri, de 23 anos. A estudante de psicologia, canto e violoncelo conheceu Jeneci através do pai, Rodrigo Rodrigues, que integrava o trio Música Ligeira ao lado de Mário Manga e Fábio Tagliaferri. Em 2007, Laura e Jeneci se tornaram parceiros musicais, em um momento em que ele, após anos de dedicação aos instrumentos, se descobria como compositor e ela, como cantora.
Discografia
sexta-feira, 16 de março de 2012
"ARRIGO BARNABÉ"

Arrigo Barnabé (Londrina, 14 de setembro de 1951) é um músico e ator brasileiro. Compositor renomado, tem vários discos gravados, sobretudo no estilo MPB,
embora seu talento seja a Música Experimental
(o cantor tem como principal característica de composição o dodecafonismo).
Um de seus sucessos mais elogiados pela crítica é "Clara Crocodilo",
e outras de suas músicas (como "Uga Uga", hit dos anos 80),
com participação de Eliete Negreiros e Vânia Bastos nos vocais)
foram sucessos prestigiados.
O cantor escreveu várias composições para trilhas sonoras de filmes brasileiros,
e seu álbum "Tubarões Voadores" contém originalmente uma história em quadrinhos. Atualmente apresenta um programa de rádio na Rádio Cultura de São Paulo:
o Supertônica.
Arrigo Barnabé já atuou como ator da novela da Globo Direito de Amar, 1987,
ao lado do amigo Tim Rescala, numa participação especial,
quase nos últimos capítulos.O cantor foi também citado na música "Língua",
de Caetano Veloso, e "Eu Quero Saber Quem Matou", de Rogério Skylab.
Discografia
2007 - Missa In Memorian Itamar Assumpção
2004 - Missa In Memorian Arthur Bispo do Rosário
2004 - Coletânea 25 Anos de Clara Crocodilo (inclui: Clara Crocodilo, Tubarões Voadores, Gigante Negão, A Saga De Clara Crocodilo e Uma Suíte A Quatro Mãos)
1999 - A Saga de Clara Crocodilo
1998 - Gigante Negão
1997 - Ed Mort (trilha sonora)
1992 - Façanhas
1987 - Suspeito
1986 - Cidade Oculta (trilha sonora)'
1984 - Tubarões Voadores
1980 - Clara Crocodilo
Filmografia
2002 - Desmundo
1987 - Anjos Da Noite
1986 - Nem Tudo É Verdade
1986 - Cidade Oculta
1981 - O Olho Mágico Do Amor
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
"OSWALDO MONTENEGRO"

Oswaldo Viveiros Montenegro (Rio de Janeiro, 15 de março de 1956) é um músico brasileiro. Além de cantor, compõe trilhas sonoras para peças teatrais,
balés, cinema e televisão. Foi casado com a atriz Paloma Duarte.
Tem uma das parcerias mais sólidas da MPB ao lado de Madalena Salles,
que o acompanha com suas flautas.
Nascido no bairro do Grajaú, Oswaldo é um caso excepcional de precocidade musical. Sem nunca ter estudado música regularmente, começou desde a tenra infância a ser influenciado por ela. Primeiro, na casa de seus pais no Rio de Janeiro: sua mãe e os pais dela tocavam piano, seu pai tocava violão e cantava.
A segunda influência foi mais forte. Aos oito anos, mudou-se, com os pais, para São João del-Rei, cidade mineira poética e boêmia, onde as serestas aconteciam todas as noites e as pessoas juntavam os amigos em casa para passar as noites tocando e cantando. Ao mesmo tempo, Oswaldo foi atraído para a música barroca das igrejas. Nesta época, teve aulas de violão com um dos seresteiros da cidade e compôs sua primeira canção, Lenheiro, nome do rio que banha São João del-Rei. Venceu um festival de música com apenas 13 anos, no Rio de Janeiro, onde voltou a morar.
A decisão de se tornar um músico profissional veio com a mudança para Brasília, em 1971. Na capital federal, começou a ter contato com festivais e grupos de teatro e de dança estudantis. Fez seus primeiros shows e aos 17 anos a decisão de viver da música se tornou definitiva. Mudou-se novamente para o Rio, mas já havia adotado Brasília como a terra de seu coração e tema constante de sua obra. Também seus parceiros preferidos foram amigos que fez ali, como José Alexandre, Mongol e
Madalena Salles, entre outros.
Foi ainda em Brasília que tomou contato com a música erudita nos concertos do Teatro Nacional. Não só assiste aos concertos com seus amigos músicos, entre eles o maestro Otávio Maul e a família Prista Tavares, mas entra pelas madrugadas conversando sobre técnica e teoria musicais. Autodidata, devora livros sobre história da música.
A partir daí, morando no Rio mas com os olhos e o coração postos em Brasília, sua carreira deslancha. Tem música classificada no último Festival da Canção da Rede Globo, o primeiro de repercussão nacional de que participa (1972),
escreve e encena seu primeiro musical (1974-1975), lança três discos em três anos (1975-8) e vence festival na TV Tupi com seu primeiro megasucesso, Bandolins (1979).
Em 1980, participa em, e vence, o Festival MPB 80 da Rede Globo de Televisão com a canção Agonia, do amigo de infância Mongol. Mesmo com tanto sucesso, decide retornar a Brasília para montar em 1982, outro espetáculo musical, Veja Você, Brasília, com artistas locais. Deste espetáculo participam as ainda desconhecidas Cássia Eller e Zélia Duncan. Depois desta, viriam outras peças de teatro musical, uma particularidade bem marcante na trajetória de um músico brasileiro e que resgata uma maneira de divulgar música abandonada na primeira metade do século 20.
São mais de 14 peças musicais, todas recorde de público e algumas, como
"Noturno", "A Dança dos Signos" e "Aldeia dos Ventos",
estão em cartaz há mais de 15 anos e com montagens por todo o país.
Em 1985, participa do Festival dos Festivais, também pela Rede Globo, com a música O Condor, com acompanhamento de um coro de 25 cantores negros. Não para de gravar discos. Até 2006, são 34. Composições suas são interpretadas por Ney Matogrosso, Sandra de Sá, Paulinho Moska, Zé Ramalho, Alceu Valença, Zizi Possi, Zélia Duncan, Jorge Vercilo, Altemar Dutra, Gonzaguinha, Sivuca, Tânia Maya, entre outros.
Até a atriz Glória Pires cantou em participação especial de um disco seu (1985).
Em 1994, Oswaldo lança seu primeiro livro — O Vale Encantado — um livro infantil, no mesmo ano indicado pelo MEC, através da Universidade de Brasília, para ser adotado nas escolas de 1º grau. Em 1997, adapta o livro para vídeo.
Em 1995 lança o cd "Aos Filhos do Hippies" com participação de Carlos Vereza
e Geraldo Azevedo.
Em 1997, Oswaldo reencontra Roberto Menescal. Durante a conversa, surge o tema "letras de músicas da MPB que são verdadeiros poemas". Daí vem à ideia do CD "Letras Brasileiras". Menescal produz o CD, que é lançado no mesmo ano, e participa da tournée do show. Ainda em 97 grava e lança o vídeo "O Vale Encantado", que conta no elenco com a participação de Zico, Roberto Menescal, Fafy Siqueira, Luísa Parente, Tânia Maya e Madalena Salles. É lançado, também, o CD do mesmo nome. Lança, também, nesse mesmo ano, o CD do espetáculo "Noturno", pela Tai Consultoria em Talentos Humanos e Qualidade.
Em 1998 recebe o título de cidadão honorário de Brasília, concedido pela Câmara Legislativa do DF. Nesse mesmo ano, Oswaldo volta às montagens teatrais.
Monta novamente "Léo e Bia", numa versão mais madura e coerente com a postura que ele tem, atualmente, daquela história. Grava o CD homônimo, também com Menescal.
Monta, ainda, com elenco de Brasília, a 2ª versão de "A Aldeia dos Ventos".
Em 1999, apresenta três espetáculos, no Teatro de Arena, no Rio de Janeiro:
"Léo e Bia", "A Dança dos Signos" e o inédito "A Lista" com a participação da atriz Bárbara Borges e do cantor Rafael Greyck, lançando, nessa temporada,
os CDs dos 2 últimos.
Em 2000, comemora os 20 anos de carreira com o show "Vinte Anos de Histórias" e com os CDs "Letras Brasileiras ao Vivo" e "Escondido no Tempo". Dedica-se, também, à série "Só Pra Colecionadores", de CDs independentes, de tiragem limitadíssima, vendidos apenas via internet. Neste ano seus fãs criam seu primeiro fã-clube virtual, o OMOL (Oswaldo Montenegro online), onde admiradores de seu trabalho, através de um site na internet e posteriormente no ORKUT, se reúnem para conversar e interagir sobre sua obra e sobre a obra de artistas que com ele trabalharam. Em Florianópolis monta o musical Lendas da Ilha com mais 50 artistas locais entre eles Paulinho Dias e Cleiton Profeta do Circus Musicalis.
Em 2001 monta em SP a peça “A Lista” com a participação de Bruna di T
ullio e Mayara Magri no elenco.
Em 2002 lança o CD “Estrada Nova”, cuja turnê bate recorde de público. Neste cd são gravadas novas músicas em parceria com Mongol.
Em 2003 regrava a uma nova trilha de “A Aldeia dos Ventos”.
Em 2004 lança o CD “Letras Brasileiras 2”, em parceria com Roberto Menescal, além do programa “Tipos”, no Canal Brasil, no qual retrata com músicas, textos e desenho animado, tipos humanos como a bailarina gorda, o chato, etc...
Em 2005 lança CD e DVD “Oswaldo Montenegro - 25 Anos de História”, que alcançam, ambos, a marca das 100 mil cópias.
Em 2006 lança, no Canal Brasil, em parceira com Roberto Menescal, o programa "Letras Brasileiras", apresentado por ambos. O programa foi inspirado no CD e no show que Oswaldo e Menescal apresentaram em 1997 por todo o país. Monta no Rio de Janeiro a peça "Tipos" e remonta Aldeia dos Ventos, com participação da atriz Camila Rodrigues, com a "Cia Aqui entre nós".
Em 2007, lança o cd e DVD "A Partir de Agora", gravando músicas inéditas com convidados como Alceu Valença, Zé Ramalho, Eduardo Costa, Diogo Guanabara e Mariana Rios. Na TV, inicia a segunda temporada do programa "Letras Brasileiras" ao lado de Roberto Menescal no Canal Brasil. No teatro, em parceria com o irmão Deto Montenegro, monta o espetáculo "Tipos" junto com a Oficina dos Menestréis de São Paulo.
Em 2008 lança, pela gravadora Som Livre, um novo DVD e CD chamado "Intimidade". Estes trazem 16 canções bastantes conhecidas com um novo arranjo elaborado pelo próprio Montenegro, por Sérgio Chiavazzoli e por Alexandre Meu Rei. Destaque para "Lume de Estrelas" que foi apenas gravada no disco "Asa de Luz" em 1981. Na TV, inicia a terceira temporada do programa "Letras Brasileiras", que apresenta com Roberto Menescal no Canal Brasil. No teatro, monta no Rio de Janeiro o espetáculo "Eu não moro, comemoro", com participação de Caio Ruas Miranda e Emílio Dantas e o "Projeto Canjas", onde abre espaço para jovens talentos se apresentarem ao lado de artistas consagrados. No fim do ano, tem alguns de seus maiores sucessos lançados em uma coletânea de 3 cds (3 BOX) pela Warner Music.
Em 2009 se dedica a formação de um grupo para montagens de musicais reunindo cantores, músicos, atores e atrizes como Verônica Bonfim, Léo Pinheiro, Rodrigo Sestrem, Emílio Dantas, Cibelle Hespanhol, Luísa Pitta, Renato Luciano, Larissa Landim e Shirlene Paixão, e estreia o musical "Filhos do Brasil" no Teatro do Jockey (RJ). Grava em São Paulo seu terceiro DVD: "Quebra Cabeça elétrico",
lançado em outubro.
Em 2010 estréia do Festival de Recife seu longa-metragem "Léo e Bia" e
lança o cd "Canções de Amor"
Musicais
João Sem Nome - 1975
Labirinto - 1977
Veja Você Brasília - 1981
Cristal - 1982
A Dança dos Signos - 1983 e 1999
Léo e Bia - 1984, 1999 e 2006
Os Menestréis - 1986
Aldeia dos Ventos - 1986 e 2006
Noturno -1991
Mayã - 1992
Vale Encantado - 1997
A Lista - 1999
Lendas da Ilha - 2000
Tipos - 2006
Eu não moro, comemoro - 2008 (Oficina dos Menestréis - RJ)
Filhos do Brasil - 2009
Filmes
Léo e Bia - 2010
Discografia
Sem Mandamentos (1975) Som Livre Compacto simples
Trilhas (1977) Independente LP
Poeta maldito... Moleque vadio (1979) WEA LP, CD
Oswaldo Montenegro (1980) WEA LP, CD
Asa de Luz (1981) WEA LP
A Dança dos Signos (1983) Philips LP
Cristal. Trilha sonora da peça (1983) PolyGram LP
Brincando em cima daquilo (1984) LP
Drops de Hortelã. Oswaldo Montenegro e Glória Pires (1985) PolyGram LP
Os Menestréis (1986) Independente LP
Aldeia dos Ventos (1987) Independente LP
Oswaldo Montenegro ao vivo (1989) Som Livre LP, CD
Oswaldo Montenegro (1990) Som Livre CD
Vida de Artista (1991) Som Livre LP, CD
Mulungo (1992) Som Livre CD
Seu Francisco (1992) PolyGram CD
Aos filhos dos hippies (1995) Albatroz CD
O Vale Encantado (1997) Albatroz CD
Noturno (1997) Independente CD
Letras Brasileiras (1997) Albatroz CD Léo e Bia (1998) Albatroz CD
Aldeia dos Ventos. Arte em construção (1998) Albatroz CD
A Dança dos Signos 15 anos (1999) Independente CD
Letras Brasileiras ao vivo (1999) Albatroz CD
A lista (1999) Independente CD
A lista. Trilha sonora do musical (1999) Independente CD
A lista (1999) Independente single
Letras brasileiras ao vivo (1999) Albatroz CD
Escondido no tempo (1999) Panela Music CD
Telas. Só para colecionadores (2000) Independente CD
Entre uma balada e um blues (2001) Ouver Records CD
A lista (2001) Jam Music CD
Estrada nova (2002) Jam Music CD
Letras brasileiras II (2003) Albatroz CD
Aldeia dos ventos (2004) Jam Music CD
Ao vivo - 25 anos (2004) Warner CD e DVD
Léo e Bia 1973 (2005) Jam Music CD
A Partir de Agora (2006) Wea CD e DVD
Intimidade (2008) Som Livre CD e DVD
Quebra-cabeça Elétrico (2009)Universal CD e DVD
Canções de Amor (2010) CD
De Passagem (2011) CD
Parceiros
Oswaldo Montenegro solidificou algumas parcerias de sucesso no decorrer da sua carreira, entre elas com Zé Ramalho, Roberto Menescal, Zé Alexandre, Sérgio Chiavazolli, Mongol, Milton Guedes, Eduardo Costta, Alceu Valença, etc.
Trabalhou com muita gente em espetáculos teatrais, entre eles Zélia Duncan, Cássia Eller, Tereza Seiblitz, Isabela Garcia, Sebastian (da C&A), Bárbara Borges,
Sthefany Brito, Patrícia Werneck, Pedro Nercessian, Daniel Del Sarto, Lúcia Alves, Emílio Dantas, Bruna di Tullio, entre muitos outros.
domingo, 15 de janeiro de 2012
"PAULO MASSADAS"

Paulo Massadas Rio de Janeiro, começou a despertar para a música a partir da década de 1960. Motivado por movimentos como a beatlemania, jovem guarda, tropicália e os grandes Festivais de Música Popular Brasileira, Massadas começou a sua primeira banda em 1967. Entretanto, o batismo profissional aconteceu quando, em 1972, o maestro Lincoln Olivetti o convidou para cantar e tocar contrabaixo em seu conjunto de baile, juntamente com Serginho Herval (Roupa Nova) na bateria.
Sua primeira canção a ser gravada foi “O Mago de Pornois”. Era uma canção infantil interpretada pela cantora Vanusa e foi exibida no Fantástico (Rede Globo) em 1973. Nos anos seguintes, Paulo Massadas viria a dedicar-se à conclusão do seu bacharelado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Gama Filho (RJ).
Em 1978 daria início à sua parceria com o cantor e compositor Michael Sullivan. No entanto, somente no final de 1983 a dupla Sullivan & Massadas alcançaria o seu primeiro grande “hit“ com a gravação da canção “Me dê Motivo” por Tim Maia. Nesse mesmo ano, “Meu Ursinho Blau Blau”, uma outra música de Paulo Massadas (em parceria com Sérgio Diamante), também alcançava o topo das paradas.
Em 1984, já trabalhando como produtor e compositor exclusivo da gravadora BMG, Paulo Massadas pode realizar um antigo sonho: compor músicas para crianças. A partir dessa idéia, foi criado o projeto “Clube da Criança”, com a participação de Patrícia e Luciano (que mais tarde seriam a base do grupo Trem da Alegria). Foram também convidados a participar desse trabalho o palhaço Carequinha e uma apresentadora de um programa infantil da Rede Manchete chamada Xuxa. Esse projeto viria a desencadear o maior “boom” do Mercado Infantil de todos os tempos.
A partir daí seguiu-se uma verdadeira avalanche de sucessos. Músicas criadas nos mais variados estilos, que caíram no gosto popular e passaram a ditar as novas regras do mercado fonográfico: “É de Chocolate” (Clube da Criança), “Uni-Duni-Tê (Trem da Alegria), “Nem Morta” (Alcione), “Leva” (Tim Maia), “Whisky a Go-Go” (Roupa Nova), “Amanhã Talvez” (Joanna), “Um Dia de Domingo” (Gal Costa e Tim Maia), “Deslizes”(Fagner), “Lua de Cristal” (Xuxa), “Amor Perfeito” (Roberto Carlos) e muitos outros êxitos interpretados pelos grandes nomes da Música Popular Brasileira.
Em 1986 Paulo Massadas produziu para a gravadora BMG um projeto em português para o cantor e compositor Juan Manuel Serrat, um dos maiores fenômenos da música espanhola. Esse disco contou com a participação de Caetano Veloso, Maria Bethania, Gal Costa, Toquinho e Fagner.
Em outubro de 1987, juntamente com Michael Sullivan, na cidade de Los Angeles, Paulo Massadas compôs e gravou com Jermaine Jackson a swingada “I Need Somebody “, bem ao estilo Jackson 5, para o disco “Michael Sullivan & Paulo Massadas”. Outro grande convidado a participar desse trabalho foi Sérgio Mendes, um dos maiores ícones da música brasileira em todo o mundo. Esse projeto, lançado pela gravadora BMG, também contou com a participação de Sandra de Sá, Alcione, Fafá de Belém, Roupa Nova, Joanna, Fagner, Rosana, José Augusto, Patrícia Marx e Trem da Alegria na canção “Dê Uma Chance ao Coração”.
Em 1990 a gravadora SOM LIVRE lançou o CD “Sullivan e Massadas ao Vivo”. Nesse trabalho Sullivan e Massadas cantavam músicas consagradas pela dupla, em duetos com Fagner, Fafá de Belém, Joanna, José Augusto e Alcione.
A gravadora SONY-PORTUGAL, no ano de 1999, convidou Paulo Massadas para produzir um projeto infantil para a televisão portuguesa (TVi). Esse trabalho tornou-se um grande sucesso de vendas, chegando a disco de platina dupla. No ano seguinte, Massadas voltou à Lisboa para produzir o volume II. As vendas desse novo disco superaram as do disco anterior, gerando um segundo disco de platina dupla.
No ano 2000, Paulo Massadas recebeu um convite da FONOVISA (na época a maior gravadora latina do mundo) para trabalhar como produtor e foi viver nos Estados Unidos. Desde então começou a atuar no Mercado Latino. No momento Massadas possui mais de 70 músicas gravadas em espanhol.
Como produtor da Xuxa, juntamente com Michael Sullivan, Massadas vendeu cerca de vinte milhões de discos no Brasil, Europa e América Latina.
Atualmente, Massadas possui mais de 700 canções gravadas em todo o mundo. Artistas internacionais como Julio Iglesias, Ricky Martin, Billy Paul, Gregory Abbott, Juan Manuel Serrat, Jermaine Jackson, Ana Gabriel, Lupita D’ Alessio, Chayenne, Richard Clayderman e outros experimentaram versões,
produções e/ou composições de Paulo Massadas.
Canções
"Me dê Motivo" (Tim Maia)
"Deslizes" (cantada por Fagner)
"Whisky a Go-Go" (cantada por Roupa Nova)
"He-Man" (Trem da Alegria)
"Amor Perfeito" (Roberto Carlos - composta em parceria com L. Olivetti e R. Jorge)
"Brincar de Índio" (Xuxa)
domingo, 4 de dezembro de 2011
"GONZAGUINHA"

Luiz Gonzaga do Nascimento Junior , mais conhecido como Gonzaguinha,
(Rio de Janeiro, 22 de setembro de 1945 — Renascença, 29 de abril de 1991)
foi um cantor e compositor brasileiro.
Gonzaguinha era filho do cantor e compositor pernambucano Luiz Gonzaga do Nascimento e de Odaleia Guedes dos Santos, cantora do Dancing Brasil, que morreu num tragico acidente de carro, aos 45 anos. Acabou sendo criado pelos padrinhos Dina e Xavier.
Compôs a primeira canção "Lembranças da Primavera" aos catorze anos, e em 1961,
com 16 anos foi morar em Cocotá com o pai para estudar. Voltou para o Rio de Janeiro para estudar Economia, pela Universidade Cândido Mendes. Na casa do psiquiatra Aluízio Porto Carrero, conheceu e se tornou amigo de Ivan Lins. Conheceu também a primeira mulher, Ângela, com quem teve dois filhos: Daniel e Fernanda.
Teve depois uma filha com a atriz Sandra Pêra: a atriz Amora Pêra.
Foi nessa convivência na casa do psiquiatra, que fundou o Movimento Artístico Universitário (MAU), com Aldir Blanc, Ivan Lins, Márcio Proença,
Paulo Emílio e César Costa Filho. Tal movimento teve importante papel na música popular do Brasil nos anos 70 e em 1971 resultou no programa na
TV Globo Som Livre Exportação.
Característico pela postura de crítica à ditadura, submeteu-se ao DOPS, assim,
das 72 canções mostradas, 54 foram censuradas, entre as quais o primeiro sucesso, Comportamento Geral. Neste início de carreira, a apresentação agressiva e pouco agradável aos olhos da mídia lhe valeram o apelido de "cantor rancor", com canções ásperas, como Piada infeliz e Erva. Com o começo da abertura política, na segunda metade da década de 1970, começou a modificar o discurso e a compor músicas de tom mais aprazível para o público da época, como Começaria tudo outra vez,
Explode Coração e Grito de alerta, e também temas de reggae,
como O que é o que é' e Nem o pobre nem o rei.
As composições foram gravadas por muitos dos grandes intérpretes da MPB, como Maria Bethânia, Simone, Elis Regina (Redescobrir ou Ciranda de Pedra), Fagner, e Joanna. Dentre estas, destaca-se Simone com os grandes sucessos de Sangrando,
Mulher, e daí e Começaria tudo outra vez, Da maior liberdade, É, Petúnia Resedá.
Em 1975 dispensou os empresários e se tornou um artista independente, o que fez em 1986, fundar o selo Moleque, pelo qual chegou a gravar dois trabalhos.
Nos últimos doze anos de vida, Gonzaguinha viveu em Belo Horizonte com a segunda mulher Louise Margarete Martins—Lelete e a filha deles, a caçula Mariana.
Morte
Após uma apresentação em Pato Branco, no Paraná, Gonzaguinha morreu aos 45 anos vítima de um acidente automobilístico às 7h30 min do dia 29 de abril de 1991,
entre as cidades de Renascença e Marmeleiro, enquanto dirigia o automóvel rumo a Francisco Beltrão, depois ia a Foz do Iguaçu.
Este trágico acidente encerrou de forma repentina a sua brilhante carreira.

Maiores Sucessos
1973 - Comportamento Geral
1976 - Chão, Pó, Poeira
1976 - Sangrando
1977 - Espere Por Mim, Morena
1979 - A Vida Do Viajante (Com Luiz Gonzaga)
1980 - Ponto De Interrogação
1980 - Começaria Tudo Outra Vez
1982 - O Que É O Que É?
1982 - Ser, Fazer, Acontecer
1983 - Feliz
1984 - Lindo Lago Do Amor
1984 - Nem O Pobre Nem O Rei
1986 - Mamão Com Mel
1988 - É
1989 - De Volta Ao Começo
1991 - Avassaladora
1994 - Grito De Alerta
2007 - E Vamos À Luta (tema de abertura da novela Duas Caras, da Rede Globo) (originalmente gravada em 1980)
Discografia
Parada obrigatória para pensar, (1970)
Um abraço terno em você, viu mãe, (1970)
Africasiamerica/Por um segundo, (1971)
Felícia/Plano sensacional/Sanfona de prata, (1971)
Comportamento geral/Um sorriso nos lábios, (1972)
Luiz Gonzaga Jr. (1973)
Luiz Gonzaga Jr. (1974)
Os senhores da terra (antologia 1975), LP Museu da Imagem e do Som
Plano de vôo, (1975)
Começaria tudo outra vez, (1976)
Moleque Gonzaguinha (1977)
Recado, (1978)
Gonzaguinha da vida, (1979)
De volta ao começo, (1980)
A vida do viajante. Com Luiz Gonzaga, (1981)
Coisa mais maior de grande pessoa, (1981)
Caminhos do coração, (1982)
"Alô, alô Brasil", (1983)
Grávido, (1984)
Olho de lince/trabalho de parto, (1985)
Geral, (1987)
Corações marginais, (1988)
Luisinho de Gonzaga, (1990)
Cavaleiro solitário, (1993)
Luiz Gonzaga Jr. - Gonzaguinha, (2001)
Coletâneas
Gonzaguinha e Luiz Gonzaga, (1991)
Gonzaguinha e Luiz Gonzaga, (1994)
O talento de Gonzaguinha, (1994)
Perfil, (2004)
Homenagem
Simples Saudade, (2001)
sábado, 12 de novembro de 2011
"GERALDO AZEVEDO"

Geraldo Azevedo de Amorim (Petrolina, Pernambuco, 11 de janeiro de 1945) é um compositor, cantor e violonista pernambucano. Autodidata, aos 12 anos de idade já tocava violão. Iniciou sua trajetória musical quando, aos 18 anos, mudou-se para Recife a fim de estudar, onde conheceu Teca Calazans, cantora, Naná Vasconcelos, percussionista, Marcelo Melo e Toinho Alves que faziam parte do grupo folclórico Construção ao qual juntou-se. Em 1967, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou com a cantora Eliana Pittman. Fundou o Quarteto Livre que acompanhou o cantor Geraldo Vandré em diversas apresentações. A cantora Eliana Pittman em 1968, gravou
"Aquela rosa" composição de Geraldo Azevedo. No início da década de 70, junto com o também pernambucano Alceu Valença formou dupla, com a boa performance no Festival Universitário da TV Tupi com as composições "78 rotações" e "Planetário" a dupla chamou a atenção da gravadora Discos Copacabana e em 1972,
lançou com Alceu Valença, seu primeiro LP.
Discografia
Alceu Valença e Geraldo Azevedo - Quadrafônico (1972)
Geraldo Azevedo (1977)
Bicho-de-sete-cabeças (1979)
Inclinações musicais (1981)
For all para todos (1982)
Tempo tempero (1983)
Cantoria I (1984)
A luz do solo (1985)
De outra maneira (1986)
Cantoria II (1988)
Eterno presente (1988)
Bossa tropical (1989)
Berekekê (1991)
Ao vivo comigo (1994)
Futuramérica (1996)
O grande encontro 1 (1996)
O grande encontro 2 (1997)
Raízes e frutos [1998]
O grande encontro 3 (2000)
Hoje amanhã (2000)
O Brasil existe em mim (2007)
Uma Geral do Azevedo (2009 )
Salve São Francisco (2011)
Assunção de Maria e Geraldo Azevedo (2011)
domingo, 16 de outubro de 2011
"EMÍLIO SANTIAGO"

Emílio Vitalino Santiago (Rio de Janeiro, 6 de dezembro de 1946)
é um cantor brasileiro.
Frequentando a faculdade de Direito na década de 1970, começou a cantar em festivais universitários nesta mesma década e participou de um programa de calouros, chegando aos finais num programa de Flávio Cavalcanti, na extinta TV Tupi e trabalhou como crooner da orquestra de Ed Lincoln, além de muitas apresentações em boates e casas de espetáculos noturnas. Em 1973 lançou o primeiro compacto, com as canções Transa de amor e Saravá Nega, que ocasionou maiores participações
em rádios e programas televisivos.
O primeiro LP foi lançado pela CID em 1975, com canções esquecidas de compositores consagrados como Ivan Lins, João Donato, Jorge Benjor, Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito, Marcos e Paulo Sérgio Valle, dentre outros. Transferiu-se no ano seguinte para a Philips/Polygram, permanecendo neste selo até 1984, pelo qual lançou dez álbuns - todos com pouca repercussão. Foi escolhido como melhor intérprete no Festival dos Festivais, da TV Globo em 1985, com a canção Elis Elis.
O sucesso veio na verdade em 1988, quando lançou o LP Aquarela Brasileira pela Som Livre, um projeto especial de sete volumes, dedicado exclusivamente ao repertório de música brasileira; todos ultrapassaram a marca de quatro mil cópias vendidas. Nesta época, lançou também outros projetos especiais, como um tributo ao cantor Dick Farney (Perdido de amor, 1995) ou regravando clássicos do bolero hispânico
(Dias de luna, 1996).
Assinou com a Sony Music em 2000. O disco que marca a estreia na nova gravadora é Bossa Nova, que trouxe muitos clássicos do gênero e também rendeu um DVD.
Prosseguiu com Um sorriso nos lábios (2001), um tributo a Gonzaguinha e outro ao compositor acreano João Donato em 2003.
O mais recente álbum foi O melhor das aquarelas ao vivo, onde reviu o repertório de música brasileira que gravou a partir do álbum Aquarela Brasileira (1988), e que entre os méritos conta ser o primeiro disco ao vivo de Emílio e o segundo DVD da carreira, após Bossa nova.
Discografia
1975 - Emílio Santiago
1976 - Brasileiríssimas
1977 - Comigo é assim
1977 - Feito pra ouvir
1978 - Emílio
1979 - O canto crescente de Emílio Santiago
1980 - Guerreiro coração
1981 - Amor de lua
1982 - Ensaios de amor
1983 - Mais que um momento
1984 - Tá na hora
1988 - Aquarela Brasileira
1989 - Aquarela Brasileira 2
1990 - Aquarela Brasileira 3
1991 - Aquarela Brasileira 4
1992 - Aquarela Brasileira 5
1993 - Aquarela Brasileira 6
1995 - Aquarela Brasileira 7
1995 - Perdido de amor
1996 - Dias de luna
1997 - Emílio Santiago
1998 - Emílio Santiago
1998 - Preciso dizer que te amo
2000 - Bossa nova
2001 - Um sorriso nos lábios
2003 - Emílio Santiago encontra João Donato
2005 - O melhor das Aquarelas - ao vivo
2007 - De um jeito diferente
2010 - Só Danço Samba
segunda-feira, 14 de março de 2011
"BENITO DI PAULA"

Benito di Paula, nascido Uday Veloso (Nova Friburgo, 28 de Novembro de 1941) , é um pianista, cantor e compositor brasileiro.
Uday Veloso ganhou fama nacional com o pseudônimo de Benito Di Paula. Nascido em 1941, em Nova Friburgo-RJ, é um dos grandes nomes da canção nacional dos anos 70. Foi crooner de boates do Rio de Janeiro, e depois continuou tocando na noite paulistana. Iniciou carreira pela gravadora Copacabana no início dos anos 70. Seu estilo musical é conhecido como “samba jóia”, ao combinar o samba tradicional com piano e arranjos românticos e jazzisticos. Seu primeiro disco “Benito Di Paula” de 1971, foi censurado por trazer a música “Apesar de Você” de Chico Buarque.
Seu segundo LP, “Ela” também não trouxe grande êxito. Mas estourou as paradas com o terceiro, “Um Novo Samba”, onde já aparecia na capa com sua longa barba e cabelos, inúmeras correntes, brincos, pulseiras, etc. O grande sucesso desse disco foi a música “Retalhos de Cetim”.
Teve inúmeros sucessos ao longo de sua carreira como “Charlie Brown”, “Vai Ficar Na Saudade”, “Se Não For Amor”, “Amigo Sol, Amiga Lua”, “Mulher Brasileira”. Chegou nos anos 70, a disputar a venda de LPs juntamente com Roberto Carlos, tendo composto muitas músicas para este.
Comandou o programa “Brasil Som 75” na TV Tupi em 1975. Tem mais de 25 discos gravados, tendo parte importante de sua obra relançada em CD, devido ao sucesso de suas músicas. Chegou a fazer sucesso em nível internacional também, principalmente na América Latina.
Teve parte de sua história contada no livro “Eu Não Sou Cachorro Não” do historiador, jornalista e escritor baiano Paulo César de Araújo.
Discografia
* 1996- Baileiro- Paradoxx Music
* 1994- Pode Acreditar- RGE
* 1992- A Vida Me Faz Viver- Copacabana
* 1990- Fazendo Paixão- BMG Ariola
* 1987- Quando A Festa Acabar- Copacabana
* 1985- Nação- RGE
* 1984- Que Brote Enfim o Rouxinol Que Existe Em Mim- RGE
* 1983- Bom Mesmo É Brasil- WEA
* 1982- Benito Di Paula- WEA
* 1981- Benito Di Paula- WEA
* 1980- Benito Di Paula- Copacabana
* 1979- Benito Di Paula- Copacabana
* 1978- Benito Di Paula- Copacabana
* 1977- Benito Di Paula- Copacabana
* 1976- Benito Di Paula- Copacabana
* 1975- Benito Di Paula- Copacabana
* 1975- Brasil Som 75- Copacabana
* 1974- Gravado Ao Vivo- Copacabana
* 1973- Um Novo Samba- Copacabana
* 1972- Ela- Copacabana
* 1971- Benito Di Paula- Copacabana
domingo, 13 de fevereiro de 2011
"ED MOTTA"

Eduardo Motta, mais conhecido como Ed Motta o Gordo, (Rio de Janeiro, 17 de agosto de 1971) é um cantor, compositor e produtor musical brasileiro. A música de Ed Motta está enraizada nos estilos Funk/Soul e Disco, mas visita muito bem o Jazz, a Canção, a bossa nova, o reggae, o rock, e as trilhas sonoras de filmes como Pequeno Dicionário Amoroso, A Partilha Sexo, Amor e Traição e animações como Tarzan e A Nova Onda do Imperador, ambos da Disney. Com esta diversidade de estilos e vários álbuns lançados no exterior, Ed Motta possui uma reconhecida carreira nacional e internacional. Já tocou e gravou com inúmeros nomes do cenário mundial, como 'Incognito', Bernardie Purdie (baterista do 'Steely Dan'),
'4chan', 'Jazzinho' (grupo português), entre outros.
Sobrinho do compositor carioca Tim Maia, Ed Motta ficou conhecido no fim dos anos 1980, com as composições Manuel, e Vamos dançar, que gravou com a sua então banda Conexão Japeri. Nos anos 1990, retornou às paradas de sucesso com os hits Fora da lei, Vendaval e Colombina (esta, lançada em 2000).
Além de multi-instrumentista, Ed também é colecionador de discos(possui mais de 30 mil títulos), fã de quadrinhos europeus e notório apreciador
de vinhos, cervejas e chás.
Lançou em 2008 seu nono álbum de estúdio, Chapter 9, seu primeiro disco totalmente cantado em inglês, onde gravou todos os instrumentos.
No segundo semestre de 2009, lançou o álbum Piquenique.
Discografia
Com o Conexão Japeri
Ed Motta & Conexão Japeri - 1988
Solo
Um Contrato Com Deus - 1990
Entre e Ouça - 1992
Manual Prático Para Festas, Bailes E Afins - 1997
Remixes E Aperitivos - 1998
As Segundas Intenções do Manual Prático - 2000
Dwitza - 2002
Poptical - 2003
Aystelum - 2005
Chapter 9 - 2008
Piquenique - 2009
Álbuns ao vivo
Ao Vivo - 1993
Ao Vivo (duplo) - 2004
DVD
Ed Motta em DVD - 2004
Marcadores:
FUNK,
MPB,
SOUL MUSIC
domingo, 30 de janeiro de 2011
"MIÚCHA"

Heloísa Maria Buarque de Hollanda (Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1937),
mais conhecida como Miúcha, é uma cantora e compositora brasileira.
Miúcha é filha de Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982), um importante historiador e jornalista brasileiro e de Maria Amélia Cesário Alvim(1910-2010), pintora e pianista. É também irmã do cantor e compositor Chico Buarque e das também cantoras Ana de Hollanda e Cristina Buarque. É mãe da cantora Bebel Gilberto, através do seu casamento com o cantor João Gilberto, entretanto já divorciados.
Heloisa Maria Buarque de Hollanda nasceu no Rio de Janeiro em 30 de novembro de 1937mas sua família mudou-se para São Paulo quando ela tinha apenas 8 anos.
Ainda criança formou um conjunto vocal com seus irmãos, incluindo Chico Buarque.
Em 1960, mudou-se para Paris onde estudou História da Arte na École du Louvre.
Em viagem de férias fez uma excursão com amigos para a Grécia, Itália e França.
Em Roma, no bar La Candelária, conheceu a cantora chilena Violeta Parra, através de quem conheceu o cantor baiano João Gilberto, tendo com ele se casado e tendo uma filha, também cantora, Bebel Gilberto.
Em 1975 fez sua primeira gravação profissional como cantora no disco The Best of Two Worlds de parceria de João Gilberto e Stan Getz. Após este lançamento, Miúcha tornou-se parceira de Tom Jobim em dois discos, de 1977 e 1979, e fez parte do espetáculo organizado por Aloysio de Oliveira junto com Vinicius de Moraes, Tom Jobim e Toquinho. O espetáculo ficou em cartaz durante um ano no Canecão, Rio de Janeiro, seguiu para apresentações internacionais na América do Sul e na Europa, e deu origem a gravação Tom, Vinícius, Toquinho e Miúcha gravado ao vivo no Canecão
(RCA Victor, 1977).
Discografia
Miúcha & Antônio Carlos Jobim (1977) RCA Victor LP
Tom/Vinicius/Toquinho/Miúcha' - Gravado ao vivo no Canecão (1977) Som Livre LP, CD
Miúcha & Tom Jobim (1979) RCA Victor LP
Miúcha (1980) RCA Victor LP
Miúcha' (1989) Warner/Continental LP
Vivendo Vinicius ao vivo Baden Powell, Carlos Lyra, Miúcha e Toquinho (1999) BMG Brasil CD
Rosa amarela (1999) BMG Brasil CD
Miúcha.compositores (2002) Biscoito Fino CD
Miúcha canta Vinicius & Vinicius - Música e letra (2003) Biscoito Fino CD
Miúcha Outros Sonhos (2007) Biscoito Fino
Miúcha com Vinícius/Tom/João(2008) Sony & BMG
domingo, 2 de janeiro de 2011
"PAULINHO DA VIOLA"

Paulo César Batista de Faria, mais conhecido como Paulinho da Viola,
(Rio de Janeiro, 12 de novembro de 1942) é um cantor, compositor e violonista brasileiro, filho do violonista César Faria (do conjunto de choro Época de Ouro).
No início de carreira Paulinho foi parceiro de nomes ilustres do samba carioca, como Cartola, Elton Medeiros e Candeia, entre outros. Destaca-se como cantor e compositor de samba, mas também compõe choros e é tido como um dos mais talentosos representantes da chamada Música Popular Brasileira.
Paulinho da Viola é portelense, desfilando todos os anos com a escola.
É fanático torcedor do Vasco, além de exímio jogador de bilhar (sinuca),
talento reconhecido por grandes mestres do taco.
Discografia
1965 - Rosa de Ouro,
1965 - Roda de Samba, Conjunto "A voz do morro",
1966 - Roda de Samba Vol. 1,
1967 - Rosa de Ouro Vol. 2,
1968 - Os Sambistas, conjunto "A voz do morro",
1968 - Samba na Madrugada, Paulinho da Viola e Elton Medeiros,
1968 - Paulinho da Viola,
1970 - Foi Um Rio Que Passou em Minha Vida,
1971 - Paulinho da Viola,
1971 - Paulinho da Viola,
1972 - Dança da Solidão,
1973 - Nervos de Aço,
1975 - Paulinho da Viola, conhecido também como "Amor à Natureza",
1976 - Memórias Chorando,
1976 - Memórias Cantando,
1978 - Paulinho da Viola,
1979 - Zumbido,
1981 - Paulinho da Viola,
1982 - A Toda Hora Rola Uma estória,
1983 - Prisma Luminoso,
1989 - Eu canto Samba,
1993 - Paulinho da Viola&Ensemble (Internacional),
1996 - Bebadosamba,
1997 - Bebadachama (Ao vivo),
1999 - Sinal Aberto com Toquinho,
2003 - Meu tempo é Hoje (Trilha Sonora)
2007 - MTV Acústico Paulinho da Viola
sábado, 4 de dezembro de 2010
"LUIZ MELODIA"

Luiz Carlos dos Santos (Rio de Janeiro, 7 de janeiro de 1951), mais conhecido como Luiz Melodia, é um cantor e compositor brasileiro de MPB, rock, blues, soul e samba. Filho do sambista e compositor Oswaldo Melodia, de quem herdou o nome artístico, cresceu no morro de São Carlos no bairro do Estácio.
Luiz Melodia foi muito influenciado pela Jovem Guarda, sobretudo Roberto Carlos.
Começou sua carreira musical em 1963 com o cantor Mizinho, ao mesmo tempo em que trabalhava como tipógrafo, vendedor, caixeiro e músico em bares noturnos. Em 1964 formou o conjunto musical Os Instantâneos, com Manoel, Nazareno e Mizinho. Lança seu primeiro LP em 1973, Pérola Negra. No "Festival Abertura", competição musical da Rede Globo, consegue chegar à final com sua canção "Ébano".
Nas décadas seguintes Melodia lança diversos álbuns e realiza shows, inclusive internacionais. Em 1987 apresenta-se em Chateauvallon, na França e em Berna, Suíça, além de participar em 1992 do "III Festival de Música de Folcalquier" na França.
Discografia
1973 Pérola Negra
1976 Maravilhas Contemporâneas
1978 Mico de Circo
1980 Nós
1983 Felino
1987 Decisão
1988 Claro
1991 Pintando o Sete
1995 Relíquias
1997 14 Quilates
1999 Acústico ao Vivo
2001 Retrato do Artista Quando Coisa
2003 Luiz Melodia Convida
2007 Estação Melodia
2008 Especial MTV - Estação Melodia Ao Vivo
2010 Românticos do Rio
sábado, 6 de novembro de 2010
"CLÁUDIO ZOLI"

Cláudio Zoli (São Gonçalo, 1964) é um cantor e compositor brasileiro.
Foi vocalista da banda Brylho.
Nascido em São Gonçalo, Rio de Janeiro, Cláudio Zoli cresceu ouvindo soul music (Marvin Gaye, Stevie Wonder, Tim Maia) e começou a cantar e a tocar violão ainda garoto. A estréia profissional foi aos 17 anos de idade na banda de Cassiano,
que se tornaria o seu guru. Em 1982, com sua voz e sua guitarra,
Zoli ajudou a fundar a banda Brylho, que no ano seguinte estourou
nacionalmente o soul-reggae "A Noite do Prazer".
A banda acabou em 1985 e, no ano seguinte, ele estaria lançando o seu primeiro disco solo, "Livre Para Viver". Três anos depois, Zoli voltou a ser sucesso quando Marina Lima gravou "À Francesa", parceria com o irmão da cantora, Antônio Cícero.
Mais tarde, Elba Ramalho gravou sua "Felicidade Urgente".
A carreira de intérprete, porém, começou a não ir tão bem, e ele passou em 1993 pelo grupo Tigres de Bengala (com Ritchie e Vinícius Cantuária).
Em 1999, Zoli retomou a carreira fonográfica solo (interrompida por oito anos) com "Férias", álbum no qual acrescentou elementos do rap e do R&B ao
seu tradicional soul-funk-samba.
Discografia
2009 Diamantes
2005 Zoli Clube
2003 Sem Limite no Paraíso
2003 Na Pista Ao Vivo (DVD)
2002 Remixado e Ao Vivo
2001 Na Pista
1999 Férias
1993 Tigres de Bengala (Com Ritchie e Vinicius Cantuária)
1991 Fetiche
1988 Claudio Zoli
1986 Claudio Zoli
1983 Brylho (banda Brylho)
sábado, 30 de outubro de 2010
"ORLANDO MORAIS"

Completando 16 anos de carreira, Orlando Morais mostra a todos o seu verdadeiro brilho como compositor, intérprete, instrumentista e arranjador… Neste período ganhou Prêmio Sharp na categoria pop-rock, assinou trilhas sonoras internacionais como o longa Dona Bárbara, recebeu disco de ouro com a música Na Paz e ainda conquistou o título de cantor mais executado do país da Crowley Broadcast Analysis, sem falar nas gravações com nomes importantes da música brasileira como Maria Bethânia, Djavan, Cazuza, entre outros e até mesmo com Gerard Darmon na França…
Orlando Morais tem uma carreira de prestígio sendo autor de canções de grande prestígio no meio musical, como Logrador (parceria com Antônio Cícero, gravada por Maria Bethânia), A Rota do Indivíduo (com Djavan, que a gravou), A Montanha e a Chuva (gravada por Maria Bethânia), Portuga (em parceria com Cazuza e que rendeu-lhe o prêmio Sharp na categoria pop-rock), entre tantas outras. Orlando Morais tem grandes parcerias internacionais, como o convite da cineasta americana Betty Kaplan para assinar a trilha sonora do longa Dona Bárbara. Em 1996 conquistou o público europeu, lançou pelo selo francês Totem Records, especializado em World Music, lançando Abismo Zen em Paris. Deu tão certo que Orlando foi indicado para participar do concurso Decouverts promovido pela rádio Francesa RFI – uma das maiores emissoras. Em 1997 lançou seu quinto álbum “Agora” no Brasil e em Paris e mais uma vez participou do concurso francês tirando o terceiro lugar, considerado muito bom em se tratando de um cantor estrangeiro.
Em 2000 em parceria com Ricardo Leão, Orlando começa a gravar o CD Na Paz. Entre tantas canções ganhou seu primeiro disco de ouro em 2002 com a música tema do CD pelo sucesso no número de vendagens. Já em 2003 Orlando a convite do músico francês Gérard Darmon participou do lançamento em Paris do CD Au Milieu de la Nuit, onde Gérard gravou composição de Orlando intitulada A Montanha e a Chuva.
Em 2005 obteve o reconhecimento do público e do meio onde recebeu o troféu da Crowley Broadcast Analysis – empresa que mede 24 horas por dia, nas maiores emissoras de rádio do país, as músicas mais executadas. Orlando Morais foi o cantor mais tocado em 2004 na categoria MPB no Brasil. A música Vem na Vem foi a mais tocada, seguida em sétimo lugar de Lado a lado e em 43º de Um Amor Assim.
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